quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

palavras do autor

dose mínima [dis]tensão máxima:

micronarrativas pervertidas por sua própria natureza, fabricadas com alto teor de impassividade, num momento em que o apelo sexual e a frustração movem nossa dinâmica social. pílulas e mais pílulas numa sociedade agônica e hipocondríaca afeita a um consumo desenfreado de remédios - comprimidos para tudo – sem ao menos conhecer a doença que aflige realmente. na rapidez e precocidade (pós-modernas), que possam gerar algum prazer essas [des]compromissadas rapidinhas.

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